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Mostrando postagens com marcador Hyundai. Mostrar todas as postagens
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terça-feira, 24 de julho de 2012
Hyundai HB20 ganha novo teaser
21:37
jhorgi
A Hyundai divulgou mais um teaser de seu principal lançamento para este ano no Brasil. O HB20 será o concorrente da marca coreana no segmento dos carros populares (principalmente o VW Gol), com estreia marcada para setembro e início de vendas no começo de outubro. O HB20 contará com versões 1.0, 1.6 e 1.6 automática, com preços estimados a partir de R$ 28 mil, R$ 32 mil e R$ 39 mil. O pacote de itens contará com airbags frontais de série desde a versão mais básica, mas freios com ABS serão opcionais.
O nome foi tirado das iniciais de Hyundai Brasil e da numeração usada pela marca para os carros compactos, como o i20 vendido na Europa.
domingo, 20 de maio de 2012
Hyundai empresta i30 para babuínos avaliarem
19:12
jhorgi
A imagem acima impressiona. O que dezenas de Babuínos estarão fazendo dentro e sobre um i30? Invasão? Baderna? Nada disso! A Hyundai queria testar a qualidade dos materiais da nova geração do hatch médio e mostrar isso aos consumidores de forma impactante. Assim, a montadora sul-coreana levou uma unidade prata do novo i30 ao Knowsley Safari Park, na Inglaterra.
O modelo ficou na companhia dos macacos por dez horas, sob vigilância do pessoal da Hyundai e de oficiais do parque. Os babuínos são famosos por destruírem os veículos dos visitantes do safári inglês. "É preciso coragem para submeter o carro a um teste rigoroso como este. Os macacos certamente examinaram a nova geração do i30 a fundo", valorizou Felicity Wood, gerente de produto da Hyundai responsável pelo hatch.

Hyundai cria sistema que evita aceleração involuntária
19:10
jhorgi
Desde o início do mês, todos os modelos da Hyundai produzidos e comercializados nos Estados Unidos vêm equipados com um novo recurso eletrônico que promete impedir a aceleração involuntária do veículo. O mecanismo é simples: o sistema corta o acelerador se entender que o motorista está tentando frear – mesmo com os pedais pressionados simultaneamente.
A novidade está em discussão na NHTSA (National Highway Traffic Safety Administration), agência que controla a segurança viária nos Estados Unidos. Apesar de o órgão ainda não ter "aprovado" o sistema, a Hyundai alega que instalou o dispositivo em seus modelos com a intenção de assegurar a proteção dos clientes.
A tecnologia remete ao "mega recall" anunciado pela Toyota no início de 2010, que teve como pivô justamente a aceleração involuntária de alguns veículos, causada por um problema no pedal do acelerador. Na ocasião, a montadora japonesa convocou mais de dez milhões de unidades pelo mundo.
BMW e Hyundai negociam parceria de motores
19:09
jhorgi
A BMW pode estar negociando uma parceria na produção de motores com a Hyundai. Segundo reportagem do jornal Automotive News, o filho do presidente da empresa coreana, Chugn Eui-sun, encontrou-se com um pequeno grupo de executivos da marca bávara em Munique para discutir maneiras de dividir os custos de produção e desenvolvimento de uma nova família de motores, que podem atingir até US$ 2,6 bilhões. Ainda não se sabe que tipo de motores poderiam interessar para ambas as empresas, mas a busca por soluções de baixa litragem deve interessar a ambas.
Representantes da BMW se recusaram a comentar sobre as negociações. Atualmente, a BMW já mantém parceria no desenvolvimento e fabricação de motorizações com PSA Peugeot-Citroën, Toyota e Daimler.
Interior do Hyundai Santa Fe aparece em foto Coreana adota novo estilo no desenho de painel
19:08
jhorgi
A estreia está marcada para início de abril, no Salão de Nova York (EUA). Mas mesmo antes que a Hyundai desejava, as imagens do suposto interior do novo Santa Fe foram flagradas pelo DMmania. O visual, batizado de “Storm Edge”, marca o início de um estilo mais agressivo para os utilitários esportivos da marca, que também levam o design de “escultura fluída”.
A marca coreana ainda não divulgou informações oficiais sobre o modelo. Mas o site The Korean Car Blog publicou, na terça-feira (20), os primeiros detalhes sobre a nova geração (confira aqui). Haverá monitor de faixa de rodagem e até assistente de estacionamento, que mede o tamanho da vaga e faz os movimentos do volante sozinho. Outras novidades do Santa Fe são a iluminação diurna por leds nos faróis e lanternas e o airbag para os joelhos do motorista. Mas ainda não há informações sobre o motor.
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Hyundai ix35: testamos a "tecnologia flex mais avançada do mundo"
22:49
jhorgi
"Chegou a tecnologia flex mais avançada do MUNDO". Se você tem acompanhado as propagandas de veículos, certamente terminou de ler a frase com a voz pausada e impostada, e ainda tentou aplicar um leve efeito de "eco" – para deixá-la próxima à do locutor do comercial, que já virou marca registrada da montadora. Ah, depois da leitura do slogan, você também já sabe que ele se refere a um modelo da Hyundai, não é?
Pois o primeiro bicombustível da marca chegou às lojas, o ix35. Mas e a tal “tecnologia flex mais avançada do mundo”? Quer dizer que não tem tanquinho de partida a frio? Hum... Tem, sim. Ah, então o ganho de potência foi enorme em relação à versão a gasolina? Não, exatamente. São 178 cavalos com etanol e 169 cv com o derivado do petróleo – o propulsor monocombustível entregava 166 cv. A motorização é nova? Foi desenvolvida especialmente para o veículo? Não... Na verdade, é a mesma unidade 2.0 16V usada pela Kiano Sportage, por exemplo.
Onde está o avanço tecnológico? Nós também não conseguimos "avançar" na questão. Tudo o que descobrimos com a marca é que alguns componentes do ix35 flex foram trocados ou recalibrados para trabalhar com etanol. A taxa de compressão, por exemplo, foi para 12,5:1 (em vez de 10,5:1) e o duplo comando de válvulas variável (admissão e escape) e o coletor de admissão variável foram modificados.

Se o anunciado progresso não fica claro no que diz respeito às características mecânicas, ao menos se revela na pista de testes. Para chegar aos 100 km/h, o ix35 automático (como o testado) precisou de apenas 10,8 segundos quando abastecido com etanol – a versão a gasolina pedia 12,9 s para cumprir a mesma tarefa. As retomadas também ficaram melhores, seguindo a mesma média de redução de tempo obtida na aceleração – cerca de 2 segundos. Já as provas de frenagem tiveram resultados levemente inferiores (veja na tabela de testes da próxima página).
No dia a dia, esses números são percebidos pelo motorista de uma maneira mais direta: o ix35 mantém o comportamento esperto, de respostas rápidas. O torque de 21,4 kgfm (20,0 com gasolina) cumpre bem seu papel. O câmbio de seis marchas, projetado pela própria Hyundai, oferece trocas suaves, quase imperceptíveis, o que colabora com o silêncio no interior da cabine. A 60 km/h, média de velocidade permitida nos centros urbanos, o nível de ruído fica em baixos 56,6 db.

Ainda na cidade, o ix35 apresenta um consumo razoável se considerarmos seu tamanho (4,410 m de comprimento), peso (1,470 kg) e motor. A média ficou em 5,6 km/l (ante 6,3 km/l com gasolina). Mas a surpresa, mesmo, é o desempenho na estrada, onde o utilitário faz 9,5 km/l, o que lhe dá uma autonomia de 551 km. Pena que não seja possível acompanhar "em tempo real" o consumo do modelo, já que o computador de bordo não apresenta mais a informação.
O ix35 flex está à venda em quatro versões. A única com câmbio mecânico tem preço a partir de R$ 88 mil. As outras três, equipadas com transmissão automática, têm valor inicial de R$ 93 mil. O ix35 flex topo de linha custa em torno de R$ 107 mil e passa a contar com o controle de declive DBC (downhill brake control), que atua sobre os freios e tração do veículo em grandes aclives e terrenos de baixa aderência. Para efeito de comparação, o Sportage, único outro flex da categoria, parte de R$ 90.900 e pode chegar a R$ 113.400.
Quem não faz questão do modelo bicombustível ainda consegue encontrar as últimas unidades do ix35com motor só a gasolina. Em algumas lojas, é possível fechar negócio por até R$ 83 mil ao optar pela configuração manual.

A Hyundai afirma que vai manter sua estratégia de marketing, com foco na transmissão "do máximo de informações sobre os veículos, suas principais características e diferenciais". Bom... a gente até gosta do locutor, das propagandas que fazem comparações com carros de outras marcas... Mas ao apontar que é "mais isso" ou "maior aquilo" é preciso explicar o porquê. E, no caso do anúncio doix35 flex, acho que o consumidor fica com mais dúvidas do que respostas.
Azera na pista para negócio
21:59
jhorgi
Na televisão, o locutor de voz grave e bem-pau-sa-da foi tão convincente, em pleno horário nobre, que acabou aguçando ainda mais minha vontade de andar no HyundaiAzera. Afinal, não é todo dia que a gente dirige um carro de “1 bilhão de dólares”, como o moço apregoa no vídeo. Mas não sou tão influenciável assim. Antes de mais nada, minha expectativa era boa porque o Azera que saiu de linha já havia provado ser um carro luxuoso, silencioso, confortável e gostoso de dirigir. Mas o tempo passou e suas linhas envelheceram. Coloque o Azera ao lado da nova geração dos carros da Hyundai –Elantra, Sonata, Veloster e ix35– e você vai entender o que estou dizendo.
Agora, com o novo sedã, a linha Hyundai está inteiramente renovada. O modelo mais luxuoso e caro da marca no Brasil (de R$ 114.924 a R$ 125 mil, dependendo dos equipamentos) está alinhado com os demais em termos de estilo. O Elantranão é a atual referência entre os sedãs médios? Pois o mesmo ocorre com o Azera no alto da escada. O modelo incorporou o design que a montadora coreana chama de "escultura fluida". Os carros transmitem sensação de movimento mesmo parados. Por que não convocamos HondaAccord, ToyotaCamry ou SubaruLegacy para um embate? A ideia não é promover duelos entre coreanos e japoneses? Porque nessa luta nenhum japonês teria condições de sair inteiro diante desse coreano. Esse trio vendeu, em conjunto, 542 unidades no ano passado. Para ser mais preciso, a Toyota vendeu 249 Camrys, enquanto a Honda negociou 232 Accords e a Subaru, 61 Legacys. O Azera antigo vendeu 8.412 unidades. O segredo está não só no preço inferior, mas também no bom nível de equipamentos e na qualidade do sedã coreano.
Sem concorrente à altura, considere a vitória por “WO” e vamos nos concentrar no que o Azera tem para mostrar. Afinal, ele melhorou, mas também ficou bem mais caro: em alguns momentos, era possível comprar um modelo antigo (com motor V6) por menos de R$ 80 mil. Portanto, ficou mais caro para ter um coreano. Nesse reposicionamento de preços, o Sonata(quatro cilindros) ocupa a faixa de R$ 100 mil, e o Azeraestá mais para cima na tabela. Vale pagar mais? Vamos ver.
Para começar, ele traz aqueles agrados até há pouco tempo comuns apenas em carros alemães: você não precisa tirar a chave do bolso para abrir a porta. É só se aproximar e puxar a maçaneta. Dentro do carro, também esqueça a chave. Basta apertar o botão. O motor 3.0 V6 entra em funcionamento suavemente, com baixo nível de ruídos.
O Azera utiliza a mesma plataforma do KiaCadenza, uma nova base para modelos grandes de tração dianteira. Porém, como acontece com ix35 eSportage, cada marca procurou imprimir sua personalidade. A ampla grade cromada confere um pouco de formalidade à dianteira do sedã, mas de lado e de traseira o visual transmite jovialidade, apesar dos 4,9 metros. O modelo testado foi o mais caro, e adicionalmente traz teto panorâmico, chave inteligente, faróis de xenônio, soleiras iluminadas e memória para bancos, volante e retrovisores, entre outros itens. Nenhum japonês traz tantos equipamentos assim.

A versão mais em conta (R$ 109.920) não traz a disqueteira para seis CDs nem o som da Infinity (como a top). Tem ajuste da coluna de direção, mas sem o sistema elétrico do modelo mais caro. Além disso, os comandos elétricos dos bancos não incluem o ajuste de extensão para pernas, e não há tela na traseira e teto solar panorâmico.
Por dentro, a primeira impressão é que o sedã da Hyundai tem visual ainda mais refinado que o do primo Cadenza. O revestimento interno das portas faz uma união perfeita com o painel. E os botões de ajuste elétrico dos bancos lembram os daMercedes: simulam o desenho de um assento, facilitando os ajustes. Como no Kia, banco e volante se movimentam para facilitar a entrada do ocupante.
O desenho interno do Azera é arrojado e está muito à frente dos concorrentes japoneses. Traz o console central em forma de “V”, e confere um aspecto avançado ao sedã. O motorista não precisa se preocupar em liberar o freio de estacionamento: basta pôr o cinto, engatar uma marcha no câmbio automático de seis velocidades e acelerar. O mecanismo eletromecânico libera as rodas automaticamente (no Cadenza, é preciso apertar um pedal do lado esquerdo).
Não há opção de troca de marcha no volante, porém o câmbio de seis marchas faz as trocas com suavidade. Na pista, o modelo andou bem, mas nesse quesito ele não acompanha o ritmo dos japoneses. O motor 3.0 V6 rende 270 cv, e leva o carro de 0 a 100 km/h em 9,6 s. O curioso é que, abrindo-se o capô, o que aparece é uma cobertura de motor igual à do Cadenza. Mas o Kia emprega um propulsor maior e mais potente (3.5 V6 de 290 cv). Graças a ele, o Cadenza chega a 100 km/h em 7,5 s, enquanto o Accord cumpre a prova em 7,7 s (também 3.5 V6). Em subidas, às vezes o câmbio muda para uma marcha superior, o que nessa situação é um comportamento indesejável.
Bancos (de couro) e volante (idem) contam com aquecimento. Não é o tipo de conforto tão importante em um país tropical, mas em regiões de inverno mais rigoroso pode ser um item bem-vindo. Atrás, o conforto também impressiona. O modelo conta com tela de acionamento elétrico no vidro traseiro, além de duas telas laterais, para maior privacidade. A do vidro de trás é comandada por uma tecla no console, mas também baixa automaticamente quando o motorista aciona a ré. Faltou a câmera de ré, como a que aparece no retrovisor do Cadenza. O espelho do Azeranão mostra o que se passa na parte traseira. Na verdade, não mostra nada. Ele até não anda tanto assim, mas os adversários estão bem longe dele. E sem contar que nenhum japonês oferece cinco anos de garantia!













