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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Chevrolet Camaro SS 1LE traz visual agressivo


A General Motors tem reforçado muito o lançamento do Camaro ZL1, a versão mais potente da história do muscle car. Mas ela não se esqueceu daqueles que não podem (ou nem querem) desembolsar US$ 54 mil (cerca de R$ 108 mil) em um Camaro mais esportivo. Por isso a marca revelou hoje o Camaro SS 1LE, versão intermediária do clássico americano que pode atender ao apetite.

Esta nova versão trata-se, na verdade, de um pacote que pode ser aplicado no Camaro SS logo na compra. Ele incrementa o visual do Chevrolet com capô preto fosco, um spoiler traseiro e um novo difusor dianteiro. As rodas também são pretas sem brilho, além de serem desenhadas musculosamente por dez raios, e vieram direamente do irmão maior ZL1.


A suspensão também foi retirada da versão topo de linha, assim como o sistema de injeção de combustível e o volante de base achatada. O câmbio para troca de marchas também veio do ZL1, mas o sistema de transmissão manual de seis marchas Tremec TR6060-MM6 é exclusivo deste 1LE.

A marca não divulgou números de desempenho, mas a aceleração do carro deve ter se mantido a mesma, já que a aerodiâmica não foi drasticamente alterada com as mudanças. O foco foi em tornar o carro agradável para o uso comum e para competições.

No restante, a estrutura do Camaro SS 1LE é a mesma da versão SS, com barras estabilizadoras, eixo-traseiro reforçado e motor V8 6.2LS3 de 431 cavalos. Se não chega aos brutais 588 cv do ZL1, ao menos garante muita diversão nas ruas ou na pista. 

O preço ainda não foi divulgado pela GM, mas a montadora afirma que ele custará menos de US$ 40 mil (cerca de R$ 80 mil) nos EUA.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Camaro ganha versão especial Dusk


Uma imagem publicada nesta segunda-feira (23) em um fórum de fanáticos pelo Chevrolet Camaro, nos Estados Unidos, revelou a próxima novidade do supercupê no mercado norte-americano. A edição especial Dusk, anunciada como linha 2013, é um pacote opcional baseado no kit RS – criado para deixar o esportivo com visual ainda mais arrojado. Com preço sugerido de US$ 5.995 (cerca de R$ 12,1 mil), o pacote será oferecido nas versões LT e SS do cupê e do conversível, e as primeiras unidades estarão prontas em dezembro.

Como diferencial, a série Dusk terá carroceria pintada em azul metálico (com capota de lona azul no conversível), enormes rodas de liga leve de 21 polegadas prateadas com pneus de alta performance (245/40 na dianteira e 275/35 na traseira), faróis com anéis de leds e saias. Por dentro, o modelo terá revestimento em couro bege (cor de areia), iluminação ice blue (que segue padrão mais recente dos modelos da Chevrolet), e outros itens estéticos. A mecânica, nas duas configurações, é a mesma: bloco 6.2 V8 de 426 cv.

terça-feira, 24 de julho de 2012

GM suspende produção em São José dos Campos

Em comunicado emitido na manhã desta terça-feira (24), a General Motors do Brasil informou que o Complexo Industrial de São José dos Campos, no interior de São Paulo, teve suas atividades temporariamente suspensas. Segundo nota divulgada pela empresa, a interrupção tem como objetivo proteger a integridade física dos colaboradores – a montadora teme possíveis mobilizações dentro das instalações. O foco do conflito é o futuro da linha de montagem dos Chevrolet Classic, Corsa hatch, Meriva e Zafira – esta última teve sua produção encerrada há poucos dias (leia aqui).

Com o fim iminente de Meriva (que será descontinuada nos próximos meses, já que sua substitua, a Chevrolet Spin, está nas lojas) e o possível encerramento de Classic e Corsa hatch, a linha pode ser fechada, o que representaria a dispensa de 1.500 operários. Nas últimas semanas, executivos da montadora negociam com líderes do Sindicato dos Metalúrgicos. Nesta quarta-feira (25), uma reunião marcada para às 11 horas da manhã, na prefeitura da cidade, pode selar o futuro das atividades na linha de Montagem de Veículos Automotores – ou MVA, como é conhecida. A outra linha de produção da fábrica é responsável pela nova geração da picape S10 – lançada no início do ano (leia aqui).

Confira abaixo, na íntegra, o comunicado oficial da GM do Brasil:

"A GM do Brasil decidiu suspender a produção nesta terça-feira (24/07/2012), no Complexo Industrial de São José dos Campos, que tem oito fábricas.

A decisão tem como objetivo proteger a integridade física dos colaboradores enquanto continuam as discussões com os representantes sindicais em relação à viabilidade de uma das fábricas do Complexo, onde são produzidos Corsa hatchback, Meriva, Zafira e Classic.

Nova reunião com a participação de integrantes do governo, o Sindicato e a GM do Brasil já está marcada para amanhã, dia 25 de julho.

A empresa considerou as fortes evidências – nas últimas horas e dias – de mobilizações internas no Complexo e entende que o momento atual é delicado e prefere não expor seus empregados a eventuais incitações e provocações comuns.

Assim, em nome da segurança de todos, a GM concedeu licença remunerada a todos os empregados.

A empresa recomenda que todos permaneçam tranquilos em suas casas ao lado de seus familiares e aguardem novas instruções".

Diretoria de Comunicação Social
General Motors do Brasil

terça-feira, 12 de junho de 2012

Holden mostra sua versão do Chevrolet Trax


A Holden, divisão australiana da General Motors, revelou na última sexta-feira (8) a primeira imagem do Trax, crossover compacto que será lançado no país – e no mundo – em 2013. Criado para competir com o Ford EcoSport em nível global, o utilitário será revelado por inteiro em setembro, no Salão de Paris (França). Até o momento, a GM não divulgou informações técnicas do modelo. Mesmo o interior e o visual da traseira permanecem "desconhecidos".

Aparentemente, o Holden Trax não sofreu qualquer modificação de estilo em relação ao Chevrolet. Na imagem, a única diferença é a grade frontal com o escudo da divisão australiana, que traz um leão ao centro. O Trax com a gravata dourada da Chevrolet foi revelado em maio, poucos meses após a GM mostrar o Buick Encore e o Opel Mokka, crossovers feitos sobre a mesma plataforma. Aliás, o interior do Trax deve ser bem parecido com o do Encore (veja abaixo).









Na Inglaterra, a Vauxhall (divisão local da GM) já anunciou preço, mecânica e versões do Mokka. O crossover compacto já pode ser encomendado a partir de £ 16.995 (R$ 53,3 mil com taxas locais). As entregas começam em novembro. Por lá (Europa), o Mokka será oferecido em três versões (S, Exclusiv e SE) e com três motores. A de entrada vem equipada com o bloco 1.6 16V a gasolina de 115 cv de potência e câmbio manual de cinco marchas.

Pouco mais acima, a versão intermediária traz o (cada vez mais conhecido) motor 1.4 turbo de 140 cv – que também equipa Cruze e Sonic nos Estados Unidos. Este propulsor pode vir acoplado a transmissões manual e automática de seis marchas. Os dois câmbios também gerenciam o bloco 1.7 diesel turbo de 130 cv. Haverá opções de tração dianteira ou integral (4X4). E a lista de equipamentos terá itens modernos, como o sistema "ecológico" start/stop.



quarta-feira, 6 de junho de 2012

Teste: Chevrolet S10 cabine simples 2.4 flex


Ela não emite aquele assobio de turbo, típico das picapes a diesel. Também não ostenta o luxo e o conforto dos modelos de cabine dupla. O painel simples não tem ar-condicionado digital, e não há airbag nem como item opcional. Tem pisca nos retrovisores, mas não vem com rádio. As portas não travam automaticamente, e o motor 2.4 flex é antigo, apesar das mudanças – caso do cárter de alumínio. Mas há compensações. Enquanto as picapes de cabine dupla, motor a diesel, câmbio automático e tração 4x4 passam de R$ 130 mil, nesta Chevrolet S10 a conversa é outra. É verdade que você perde metade da cabine, mas também economiza mais da metade do dinheiro. Com esse motor, ela parte de R$ 58.868 (LS), ou R$ 61.890 na versão LT, como a testada. A cabine é simples, mas para compensar a caçamba é dupla.

Enquanto a picape de cabine dupla é praticamente um carro de passeio, o modelo de cabine simples nasceu para trabalhar, ou para quem tem muita coisa para carregar. Moto, por exemplo, não poderia pegar carona nos modelos de quatro portas e cinco lugares. Mas, com uma caçamba de 2,32 metros, espaço é o que não falta. As fotos estão aí para provar. 










É claro que, em troca do conforto para a carga, o interior foi um pouco sacrificado. O visual moderno está lá. No trânsito, todo mundo olha para ela com cara de admiração. Às vezes, pinta até uma dor de cotovelo – no próprio motorista. Isso porque o porta-objetos central é alto. Assim, quando se puxa a segunda marcha, normalmente bate-se o braço nele. O painel segue a modernidade do exterior e ostenta o quadro de instrumentos inspirado no do Camaro. Mas falta muita coisa. O volante não tem controle de som – até porque o carro não tem aparelho de som. Na falta dele, fui ouvindo os ruí-dos da transmissão. E eles não foram música para meus ouvidos. A impressão é que alguma coisa ali entre o câmbio e o eixo cardã tem folga.

Se a cabine é um pouco apertada (o espaço para bolsas atrás dos bancos é restrito), na caçamba sobra lugar. A GM fala em 1.570 litros de carga (sem ultrapassar as laterais). E a capacidade de carga é de 1.078 kg.

O motor 2.4 flex de até 147 cv consegue dar boa agilidade à picape de 1.672 kg e 5,37 metros. Na pista, fez 0 a 100 km/h em 13,1 segundos (a versão de cabine dupla cumpriu a prova em 14,3 s). O problema é que, para isso, o esforço do motor é grande. A relação peso-potência é de 11,4 kg/cv. Por causa desse esforço, o motor precisa se alimentar muito bem – ou cair no alcoolismo, como é o caso. Para ir de São Paulo a Tatuí, num percurso de 141 km, a picape tomou 20,2 litros de etanol: média de 7,0 km/l. Na cidade, a média foi de 4,9 km/l, também com o combustível renovável.

Entre os itens de série da versão LT estão ar-condicionado, direção hidráulica, ABS, computador de bordo, alarme, trio elétrico, faróis de neblina, rodas de alumínio aro 16, chave canivete e grade de proteção no vidro traseiro. Som, protetor de caçamba e capota “marítima” são acessórios, vendidos na concessionária, uma forma de melhorar um pouco o faturamento da rede autorizada. Afinal, quase todo mundo vai optar por sair da loja com o trio. Sem protetor de caçamba, a carga risca a lataria com muita facilidade.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Chevrolet Cruze Sport6 na pista de testes






O Chevrolet Cruze sedã vai bem, obrigado. Sete meses depois de chegar, ele já disputa as primeiras posições de vendas da categoria. Em fevereiro, ficou atrás apenas dos dois japoneses, Honda Civic e Toyota Corolla. Hora, portanto, de voltar as atenções ao segmento dos hatchbacks. O Vectra GT não conseguiu repetir o sucesso do Astra, e com isso a Chevrolet perdeu participação na categoria. O GT teve pouco mais de 6 mil unidades negociadas no ano passado. Para se ter uma ideia, o coreano Hyundai i30 vende mais de 1.500 unidades por mês.
A resposta da GM é o Cruze Sport6. Esportivo? Não exatamente. A Chevrolet desistiu do Vectra GT, mas não da ideia de chamar de “esportiva” a versão hatch de seus carros. O Sport6 utiliza o mesmo conjunto motor-câmbio do sedã. O Ecotec 1.8 16V tem comando e coletor variáveis. Rende 144 cv com etanol (140 com gasolina) e tem câmbio de seis marchas, tanto manual como automático (isso explica o “6” aplicado ao nome).
























No campo de provas da Cruz Alta, em Indaiatuba (SP), o modelo mostrou bom comportamento. É rápido, dócil e confortável para motorista e passageiros. Em resumo, características também do sedã. Mas e as diferenças? A principal, óbvia, é a traseira mais curta. O Cruze hatch tem o mesmo entre-eixos (2,685 m) do sedã. Assim, o espaço no banco de trás foi preservado (em alguns concorrentes, e no próprio Vectra, isso não ocorre). Já o porta-malas perdeu pouco mais de 10% de área. Como o hatch é 9 cm mais curto (4,51 m), a área de carga diminuiu de 450 para 402 litros. O espaço continua bom, mas é inferior ao do Peugeot 308 (confira a tabela de testes), com capacidade nominal para 430 litros.
A dimensão ligeiramente menor não resultou em redução significativa de peso. De acordo com Pedro Manuchakian, vice-presidente de engenharia, a diferença entre os dois “não chega a dois quilos”. Isso já não seria suficiente para melhorar o desempenho. Outro ponto que não colabora é a aerodinâmica. Carroceria hatchback gera maior turbulência na traseira do que sedã, afastando a possibilidade de ganho de performance da versão Sport6. A Chevrolet não informou o coeficiente aerodinâmico, mas a prática confirmou a teoria.









Na pista, o Cruze hatch manual fez 0 a 100 km/h em 11,1 segundos, empatando com o sedã. Com transmissão automática, também houve empate técnico: 11,2 s no sedã e 11,3 s no hatch. As duas versões de câmbio mostraram bom comportamento no campo de provas da GM. As respostas são boas, e o movimento da carroceria é similar ao do sedã. A inclinação da suspensão é moderada nas curvas, e o carro não pula muito quando passa por pisos irregulares, mostrando que o acerto entre esportividade e conforto foi benfeito. Manuchakian informa que o objetivo foi manter as reações do sedã. Os pneus coreanos da Kumho (225/50 R17) tendem a “cantar” um pouco mais que o normal em curvas, sem que isso comprometa o desempenho ou estabilidade – que, aliás, é muito boa.



Embora a maior diferença esteja na traseira, a frente também foi ligeiramente modificada. Segundo Carlos Barba, diretor de design da General Motors, o Sport6 deveria transmitir mais dinamismo e esportividade. Por isso, o para-choque dianteiro e as laterais ganharam apliques aerodinâmicos para aproximar visualmente a carroceria do chão. Os faróis de neblina receberam molduras cromadas, e a entrada de ar inferior perdeu a barra central. As rodas são diferentes das utilizadas no sedã, mas desde a versão básica (LT) elas são aro 17.
O vidro da tampa traseira recebeu duas espécies de guias nas laterais, para canalizar a água que vem do teto (elas ficam na mesma linha das calhas). Internamente, o revestimento emprega cores escuras, mais de acordo com a proposta esportiva.

Como o sedã, o Cruze Sport6 chega nas versões LT e LTZ. A montadora oferece o modelo LT por R$ 64.900, ou cerca de R$ 3 mil a menos que o sedã. A LT pode vir com câmbio manual e bancos de tecido, ou automático com couro (R$ 69.900). A LTZ também está disponível com transmissão manual (R$ 77.400) ou automática (R$ 79.400), e adicionalmente recebeu itens como teto solar, botão start-stop, airbag de cortina e GPS integrado no painel (tela de 7 polegadas). Uma das funções do GPS é informar automaticamente a localização de postos quando a autonomia de combustível baixa para cerca de 40 km.
Ao contrário do Cruze sedã, que tem nos japoneses os maiores adversários, o Sport6 vai ter de enfrentar coreano, americano, alemão, japonês, francês... O esporte, nessa categoria, é quase um campeonato mundial.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Patentes mostram crossover compacto Chevrolet


Primeiro foi com o escudo da Buick, depois com a logo da Opel. Agora, o futuro crossover compacto da General Motors enfim aparece com a gravata dourada da Chevrolet. Nesta terça-feira (27), escapou do escritório europeu de patentes as primeiras imagens do modelo que será o arquirrival do novo Ford EcoSport no Brasil e em nível global – já que ambos serão vendidos ao redor do planeta. A revista francesa Automobile Magazine publicou o "furo".


Até agora se sabe pouco sobre o modelo em relação à parte técnica. Sites e publicações internacionais especulam que o crossover é menor em tamanho que o Chevrolet Captiva e o Equinox, utilitário vendido no mercado norte-americano. Mais que isso, o futuro jipinho urbano deve substituir os dois modelos, para brigar tanto com o EcoSport quanto com os rivais maiores, como Honda CR-V, Toyota RAV-4 e Hyundai ix35 – estes três de médio porte.


Ainda não se sabe onde nem quando a GM vai revelar o novo Chevrolet, mas sua apresentação acontecerá em breve. O mais provável é que o modelo seja revelado no Salão do Automóvel de Pequim, em abril. Isso porque a fábrica norte-americana está de olho nos mercados emergentes, em especial os quatro que formam o BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China). Há grandes chances de o crossover também vir ao Salão de São Paulo, no fim de outubro.

Flagra em vídeo da Chevrolet Spin


O ritmo de lançamentos da GM para este ano é tão intenso que a montadora tem dificuldade de esconder todos os seus segredos. Um dos mais bem guardados até agora era o Projeto PM5/7, que deverá se chamar Spin. Mas o vídeo do nosso leitor Marcelo Martinho ajudam a desvendar parte desse mistério. O carro das imagens é a PM7, minivan de sete lugares que chega na metade do ano para aposentar a Zafira. A traseira alongada e a grande janela na parte de trás deixam claro se tratar do modelo maior. As imagens sepultam a tese de alguns órgãos de imprensa de que a PM7 seria igual a uma van de passageiros lançada recentemente na China, de desenho absolutamente quadrado.
A PM5, que não aparece no vídeo, é a versão mais curta, para cinco ocupantes, que chega na mesma época para a vaga do Meriva. A estratégia da GM, portanto, é semelhante à da Nissan com a dupla Livina e Grand Livina, o que economiza custos. Afinal, Meriva deriva do Corsa e Zafira tem a base do extinto Astra. O futuro modelo terá a plataforma do recém-lançado Chevrolet Cobalt, sedã conhecido pelo espaço interno, rodar confortável e amplo porta-malas.
Apesar dos disfarces, as imagens revelam o desenho dianteiro bem parecido com o do Cobalt. Até mesmo as portas dianteiras se parecem com as do sedã. A produção das novas minivans será na fábrica de São Caetano do Sul (SP), a exemplo do Cobalt. A traseira tem teto bem alto, para permitir que adultos viajem com tranquilidade nos dois bancos da terceira fila. O desenvolvimento das minivans, aparentemente, foi feito com muito cuidado, já que Autoesporte fotografou o primeiro protótipo na edição de abril de 2010, quando ninguém ainda falava nesse projeto.
Sob o capô, a Chevrolet Spin usará o motor 1.8 Econo.Flex, que é uma atualização do veterano bloco 1.8 de oito válvulas (Flexpower). Esse “novo” propulsor poderá vir acoplado ao câmbio automático de seis marchas do sedã Cruze. E, assim como o Cobalt, a minivan vai usar motor 1.4 Flex de 102 cv, combinado a um câmbio manual de cinco marchas, apenas na versão de cinco lugares. Além das Livinas, a Spin vai brigar com o Citroën C3 Picasso e, futuramente, com a Renault Lodgy.
























Novo Cadillac tem alerta com banco que treme


Além de muito luxo, o novo Cadillac XTS (veja aqui) trará, pela primeira vez, o Safety Alert Seat, que emite vibrações no assento do banco do motorista quando há ameaça de colisão. A tecnologia patenteada trabalha em conjunto com outros alertas visuais. Se a possível colisão está do lado direito do sedã, as pulsações serão do lado direito do assento. Em caso de batidas frontais ou traseiras, as vibrações acontecem em ambos os lados. Elas funcionam enquanto o carro está rodando ou mesmo quando o motorista está estacionando.

Segundo a empresa, pesquisas mostram que as vibrações atraem, com precisão e rapidez, a atenção do motorista para os locais de onde vêm os perigos em potencial. “O alerta é percebido mesmo quando há barulho elevado no ambiente”, explica o técnico de segurança ativa da General Motors Raymond Feller. “A última coisa que queremos é que o consumidor desligue os sistemas de segurança por conta do incômodo, como acontece com os bipes”, completa.

Outros sistemas também virão com o Cadillac XTS, que começa a ser fabricado neste semestre. Haverá alertas de mudança de faixa involuntária e de ponto cego; e sistemas de estacionamento e de preparação para colisão. Confira os vídeos do sistema Safety Alert Seat abaixo.

Cobalt automático chega no 2º semestre


A versão automática do Chevrolet Cobalt – equipada com a caixa automática de seis marchas do Cruze – já está prontinha para ganhar produção desde o lançamento do modelo, no fim de 2011. Mas a General Motors do Brasil ainda vai esperar um pouco mais. O sedã compacto só chegará às revendas brasileiras no segundo semestre, e a fábrica ainda não sabe dizer quando.

Nosso palpite: o Cobalt com câmbio automático chega até setembro. Na última semana, a versão do sedã foi exibida na Reatech – Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade. A aparição foi oportuna, já que o modelo pretende atrair pessoas com alguma limitação física, amparado no custo/benefício – com o desconto, custará menos de R$ 40 mil.


Quando chegar, o Cobalt automático será oferecido apenas na configuração top LTZ. Outra diferença em relação às versões já disponíveis no mercado é o motor: o sedã virá equipado com o veterano bloco 1.8 Econo.Flex, que produz potências de 106 cv (gasolina) e 108 cv (etanol) – antes o motor gerava 114 cv. Já os torque são mais robustos: 16,4 kgfm e 17,1 kgfm, na mesma ordem.

Na Reatech, o Cobalt automático foi mostrado com pintura e forração dos bancos na cor bege, novas rodas de liga leve aro 15, máscara negra nos faróis e um singelo aerofólio na ponta da tampa traseira – o acessório é quase igual ao do sedã menor Prisma. A lista de série é a mais completa, com ar, direção, "trio", airbags frontais e ABS, controle de cruzeiro e rádio/CD com Bluetooth.

GM confirma Sonic hatch e sedã em junho


Agora é para valer. Depois de usar a "bolha" do Sonic na Stock Car e de colocar mulas para rodar pelo país, a Chevrolet finalmente confirma a vinda do modelo. A partir de junho, as revendas da marca começam a receber as versões hatch e sedã.
A estratégia de lançamento do carro nos EUA foi totalmente focada no público jovem, com campanhas que envolviam o Sonic em aventuras radicais. Aqui, a tática será repetida e a Chevrolet lançará o Sonic através do Alternate Reality Game (ARG), uma espécie de jogo em tempo real que combina situações reais e virtuais.


O anúncio oficial do game está na fanpage da marca. O jogo, batizado de "Pegue se for capaz", começa no dia 24 de abril e será dividido em duas etapas: a fase virtual terá 20 dias de duração e rolará até 13 de maio. Nesse período, desafios diários serão apresentados aos participantes - a maior parte deles, envolverá questões lógicas. A cada resposta certa, os jogadores avançarão na pontuação. Ao fim da "brincadeira", cinco finalistas serão classificados para a prova final, marcada para 29 de maio.

A essa altura, os competidores, com um acompanhante, irão para uma cidade (ainda não divulgada) e terão de encontrar o prêmio, e alvo de toda a campanha: um Sonic. "Será o primeiro Chevrolet Sonic do Brasil, ou seja, além de ganhar o carro o vencedor vai entrar para a história do tão desejado modelo", diz o diretor de marketing de comunicação da Chevrolet, Fred Themóteo.
Radicalizando nos EUA

Nem o céu limita as ações de marketing das montadoras. No fim do ano passado, a agência Goodby, Silverstein & Partners, em parceria com a Motion Theory, criou a campanha Let’s do it (Vamos fazer isso, em tradução livre) para promover o Sonic. De cara, levou o carro a 100 km/h em 0,4 segundo. Você leu certo, 0,4 s. No dia 22 de setembro, o hatch encarou a aventura radical: um salto de paraquedas em pleno deserto do Arizona, nos EUA (o mesmo que você vê acima). O feito foi registrado por 27 câmeras.

Depois, o voo foi bem mais modesto... Para a feira de entretenimento Comic Con de Nova York, em outubro, a General Motors montou um carro especial: a “carroceria” tinha material mais leve e o sistema de vedação era diferente. Tudo por causa do gás hélio – que mantinha o Sonic inflado e flutuando. Para garantir que não houvesse colisões, os movimentos eram ditados por um controle igual ao de aeromodelos.

Ainda não era o bastante, e a agência decidiu partir para outra ação radical: o lançamento literal do carro. Quem deu o empurrãozinho foi o público. A cada clique no site LetsDoThis.com, o veículo avançou um pouco sobre os contêineres até que despencou da estrutura de 30 m de altura – depois de 2,4 milhões de “clicadas”. Definitivamente, o céu deixou de ser o limite.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Chevrolet Camaro ZL1 faz 400 metros em 11,93 s

O Chervolet Camaro mais veloz de todos os tempos foi para a pista de arrancada, e voltou muito satisfeito. A GM selecionou duas versões do Camaro ZL1 - uma manual e outra automática, ambas de 6 marchas - e levou para uma pista de drag sem fazer qualquer alteração às características de fábrica. De especiais, o modelo recebeu apenas os pneus Goodyear Eagle F1 Supercar G:2, que podem ser adquiridos de fábrica na compra do ZL1.
O resultado foi que o Camaro e seu V8 6.2 supercharged de absurdos 580 cavalos de potência e 76,88 kgfm de torque cruzou os 400 metros da pista em 11,93 segundos com uma velocidade de saída de 187 km/h na versão automática, e em 11,96 segundos com 188 km/h de largada na opção manual.
O Camaro ZL1 já está à venda nos Estados Unidos, a partir de US$ 54.995 (cerca de R$ 105 mil).

 
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