terça-feira, 12 de junho de 2012

Holden mostra sua versão do Chevrolet Trax


A Holden, divisão australiana da General Motors, revelou na última sexta-feira (8) a primeira imagem do Trax, crossover compacto que será lançado no país – e no mundo – em 2013. Criado para competir com o Ford EcoSport em nível global, o utilitário será revelado por inteiro em setembro, no Salão de Paris (França). Até o momento, a GM não divulgou informações técnicas do modelo. Mesmo o interior e o visual da traseira permanecem "desconhecidos".

Aparentemente, o Holden Trax não sofreu qualquer modificação de estilo em relação ao Chevrolet. Na imagem, a única diferença é a grade frontal com o escudo da divisão australiana, que traz um leão ao centro. O Trax com a gravata dourada da Chevrolet foi revelado em maio, poucos meses após a GM mostrar o Buick Encore e o Opel Mokka, crossovers feitos sobre a mesma plataforma. Aliás, o interior do Trax deve ser bem parecido com o do Encore (veja abaixo).









Na Inglaterra, a Vauxhall (divisão local da GM) já anunciou preço, mecânica e versões do Mokka. O crossover compacto já pode ser encomendado a partir de £ 16.995 (R$ 53,3 mil com taxas locais). As entregas começam em novembro. Por lá (Europa), o Mokka será oferecido em três versões (S, Exclusiv e SE) e com três motores. A de entrada vem equipada com o bloco 1.6 16V a gasolina de 115 cv de potência e câmbio manual de cinco marchas.

Pouco mais acima, a versão intermediária traz o (cada vez mais conhecido) motor 1.4 turbo de 140 cv – que também equipa Cruze e Sonic nos Estados Unidos. Este propulsor pode vir acoplado a transmissões manual e automática de seis marchas. Os dois câmbios também gerenciam o bloco 1.7 diesel turbo de 130 cv. Haverá opções de tração dianteira ou integral (4X4). E a lista de equipamentos terá itens modernos, como o sistema "ecológico" start/stop.



Eleito o Mustang GT tunado por mulher para o SEMA


Depois de dez dias de votação on-line, foi escolhido o Mustang GT 2013 que será exposto no SEMA, maior feira de personalização automobilística do mundo, sediada anualmente no mês outubro, em Las Vegas. O vencedor foi o High Gear, desenvolvido pela designer da Ford Jennifer Seely. O modelo concorria com outras duas idéias formuladas pela equipe feminina de projetos da montadora.

Um dos objetivos da tunagem era dar uma cara mais feminina ao Mustang GT, parte do nicho dos masculinos muscle cars. A designer alcançou a meta trazendo para o modelo referências do como jóias, alta costura e arquitetura, visíveis sobretudo nos detalhes do veículo.







Rodas, barra horizontal dos parachoques dianteiros, retrovisores e o símbolo do cavalo na grade frontal aprecem em ouro-rosa, contrastando com a pintura setim preto. Alguns itens no interior do carro, como painel, volante e pomo do câmbio também receberam a cromagem especial. Nos bancos, o couro de alta qualidade vem acompanhado por um tecido mais delicado, semelhante à camurça. O capô não ficou de lado e recebeu entradas de ar especiais e detalhes dourados.

Um Mustang GT 2013 concedido pela Ford, patrocinadora do Ford Mustang Women, passará pelas alterações de Jennifer Seely nos meses de julho e agosto, ganhando as formas do High Gear. Depois de sua exposição no SEMA, em outubro, o esportivo será leiloado em um evento beneficente através do eBay. O valor arrematado vai para o SEMA Memorial Scholarship Fund, fundação que oferece bolsas de estudo a potenciais futuros profissionais e inovadores da indústria automotiva.

Elétricos da Mitsubishi disputarão corrida nos EUA


Dia 8 de julho, Colorado, Estados Unidos. Em meio a roncos estridentes e cheiro da gasolina queimada, os elétricos da Mitsubishi serão postos à prova, pela primeira vez, em uma competição repleta de curvas acentuadas e ziguezagues. Quem desconfia do desempenho dos carros que não queimam combustível e não emitem poluentes estará atento à próxima edição do Pikes Peak, corrida tradicional que ocorre anualmente e desafia os pilotos a percorrer 19 quilômetros, largando a 2.862 metros de altura e cruzando a linha de chegada a 4.300 metros.

Os elétricos estreantes da marca japonesa na corrida serão o i-MiEV, modelo que inclusive já roda no Brasil, e o i-MiEV Evolution, uma variante preparada especialmente para o Pikes Pike. Com três motores elétricos de 80 kW cada, essa configuração exclusiva atinge potência máxima de fortes 240 kW – algo em torno de 326 cavalos. O motor e as baterias são os mesmos do modelo original, e a tração é 4x4 integral. O i-MiEV que conhecemos recebeu só alguns retoques: novo pára-choque dianteiro, barras estabilizadoras e equipamentos de segurança.

A montadora japonesa não quis arriscar e escolheu pilotos de primeira linha para aumentar as chances de um bom desempenho dos carrinhos "ecológicos". No Evolution, Hiroshi Masuoka, duas vezes campeão do Rally Dakar, vai se aventurar nas 156 curvas da prova. Na versão original, a norte-americana Beccy Gordon mostrará se traz o dom da família. Sua irmã, Robby, já participou de competições como as 500 Milhas de Indianópolis e o Rally Dakar. O marido, Ryan Hunter-Reay, também é piloto da Indy.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Aceleramos o Toyota Etios, primeiro popular da marca


Nem os protocolos orientais esconderam a ansiedade dos executivos da Toyota em lançar seu primeiro compacto no Brasil. O Etios foi revelado nessa quarta-feira à imprensa brasileira, no Japão, ainda sob clima de mistério: pairam no ar as informações de potência e torque dos motores, opções de configurações e preços.Tudo para blindar a concorrência.
Mas pode esperar: o Etios, que começa a ser produzido na nova fábrica da Toyota em Sorocaba (SP), chega ao mercado em setembrpo, nas versões hatch e sedã. Para o hatch, serão oferecidos motores 1.3 e 1.5 flex, ambos 16V, enquanto o três volumes terá apenas o 1.5. Os dois, por enquanto, só serão oferecidos com câmbio manual de cinco marchas.


Para o hatch, a Toyota anuncia o VW Gol como rival direto, já que é o líder de mercado, além do Fiat Palio. Mas é o nome de outra fabricante que não sai da cabeça dos executivos. "Como vocês devem saber, a Hyundai vai lançar um novo carro no segundo semestre", comentou Isami Nishimura, responsável pelo projeto Etios, referindo-se ao compacto HB. Já o sedã enfrentará modelos como Logan, Fiat Siena e Chevrolet Cobalt. Os preços devem variar de R$ 33 mil a R$ 50 mil.

Não parece o modelo indiano?
Em relação ao design (que é melhor ao vivo) é praticamente o mesmo em relação ao Etios lançado no ano passado, na Índia. Mudaram detalhes sutis, como a grade do radiador, calotas, spoiler traseiro e alguns materiais, como o tecido dos bancos. Além disso, o hatch nacional obteve melhoria de 15% na rigidez torcional em relação ao indiano.






Acabamento
"Uau, é o Etios!". Essa foi a frase inspiradora do marketing da Toyota ao criar a campanha publicitária. Na nomenclatura do carro, a Toyota trocou o "i" do nome por um ponto de exclamação, com a intenção de surpreender os consumidores. Mas é bom recapitular: o Etios não é Corolla, nem carro premium. Foi feito para ser barato - e isso explica muita coisa, como a simplicidade no acabamento (mesmo considerando que as versões avaliadas eram de pré-série). 







O plástico rígido das portas salta aos olhos. Algumas peças apresentam fragilidade, como a pequena aba que protege a entrada USB do sistema de som. O tecido dos bancos é simples, sem qualquer tipo de refinamento. Sem contar o porta-luvas que, apesar de ter capacidade para 13 litros, tem tampa muito grande, que atrapalha o movimento do braço até o fundo do compartimento.







Velocímetro e conta-giros ficam no centro do painel (e não atrás do volante), item que parece aparentar modernidade, mas desvia a atenção do motorista. E ali também há um display digital, quase imperceptível: a tela, que traz dados do hodômetro e tanque de combustível, é muito pequena, de difícil leitura.

Dirigibilidade
O contato com o Etios foi curto: apenas algumas voltas em um autódromo, em condições limitadas. Ainda assim, deu tempo de se encantar com a suspensão firme e a bom comportamento do carro em curvas. O carro é bem acertado, tem direção objetiva. Efeito das 16 válvulas, o motor demora um pouco para ganhar fôlego em algumas retomadas. O hatch em exibição tinha pneus 175/65 R14, enquanto o sedã 185/60 R15. Segundo a Toyota, o Etios hatch equipado com motor 1.3 acelera de zero a 100 km/h em 11,9 segundos (com etanol), e chega a fazer até 9,54 km/l na cidade.







Espaço
O sedã acomoda bem os passageiros e o espaço é bom, mesmo com três adultos sentados no banco de trás - há apenas dois encostos de cabeça laterais para eles. Mas os mais altos não batem a cabeça no teto e tem espaço livre para as pernas. O assoalho é quase plano, sem o túnel central, o que facilita a vida de quem viaja no meio. O Etios sedã tem capacidade para transportar até 595 litros no porta-malas, um dos melhores do segmento.
A fábrica de Sorocaba já está preparada para trabalhar com capacidade produtiva de 70 mil veículos por ano, número que a Toyota deseja atingir no primeiro ano completo de produção. Mas a empresa já tem licença ambiental para produzir 400 mil carros - além de hatch e sedã, a fábrica também pode servir para a chegada dos novos compactos derivados da plataforma B, como anunciou o vice-presidente da marca,Yukitoshi Funo, ao falar dos próximos oito modelos voltados aos países emergentes. 

Peugeot 508 chega como sedã de luxo por R$ 119.900


Uma das maiores qualidades do crossover 3008, lançado em 2010 no Brasil pela Peugeot, era o motor 1.6 turbo a gasolina. Para um carro tão grande e pesado, um bloco de litragem tão baixa pareceria não dar conta. Mas foi justamente o oposto, e o motor não apenas cumpriu a tarefa como ofereceu vantagens em economia e leveza. Agora a Peugeot lança no país seu sedã de luxo 508. E, sem muita surpresa, mais uma vez o maior destaque do carro é o motor 1.6. Sim, o mesmo.
O sedã chega por R$ 119.900, em uma aposta não muito arrojada da marca francesa. Por este preço, bate de frente com o renovado VW Passat 2.0 Turbo de R$ 122.450, tenta fazer frente ao alemão Mercedes C180 1.8 de R$ 134.900 e não parece ameaçar em nada o temido Hyundai Azera 3.3 de R$ 114.924. A aposta, segundo o presidente da marca no Brasil, Frederic Drouin, será no extenso pacote de equipamentos. "Podíamos trazer o carro com preço menor e menos equipamentos. Mas decidimos trazê-lo completo, o consumidor deste segmento quer um carro competitivo e com bom volume de itens", esclarece o executivo. 









A decisão de trazer o sedã ao país veio antes do chamado SuperIPI. Mas a manobra governamental não alterou os planos da marca. "Decidimos importar o 508 mesmo com o novo IPI. É um carro importante em termos de imagem, para mostrar nossa tecnologia", explica Frederic. A perspectiva da Peugeot é de vender 200 unidades até o fim do ano - entre 30 e 40 em cada mês.
Pacote atraente
O 508 já vem com o head up display colorido, uma tela translúcida que exibe na altura do parabrisa as informações de velocidade e as indicações do GPS. Também acompanha o park-assist, que auxilia na hora de estacionar ao indicar se as vagas paralelas têm espaço suficiente para o carro. O sistema Open & Go oferece destravamento das portas e ignição sem precisar tirar a chave do bolso. Há ainda a central multimídia com navegador, ar-condicionado com climatização de quatro zonas, teto-solar, freio elétrico de estacionamento automático (que trava com o carro parado e destrava ao pressionar o acelerador), faróis de duplo xenôn adaptativos que acompanham o faixo nas curvas, regulagem elétrica nos bancos, entre outros. 








São mimos interessantes, embora perfeitamente compatíveis com a faixa de preço. Eles parecem servir como chamariz para contornar um preconceito inicial de quem ouve falar do carro: um sedã de luxo com motor 1.6? Sim, e funciona muito bem. Desenvolvido em parceria com a BMW (e já devidamente utilizado em projetos da Mini), o bloco turbo tem comando variável e oferece 165 cv de potência a 6.000 rpm, uma beleza na estrada. Já os 24,5 kgfm de torque ficam disponíveis aos meros 1.400 rpm, o que torna a vida muito mais tranquila nos trajetos urbanos diários e facilita muito em ultrapassagens. Silencioso, o motor se torna a grande diversão do carro mesmo em regimes de baixa rotação. Mas é na estrada que é fácil perder a sensação de velocidade, mesmo enquanto o display indica 80, 100, 120 km/h... cuidado com o radar! O 508 nunca parece estar tão veloz quanto realmente está.
O câmbio automático de seis marchas é bom parceiro. As trocas podem ser feitas também pelas borboletas posicionadas atrás do volante, sem qualquer tipo de resistência do sistema para reduzir ou aumentar as velocidades. Mas o 508 não é um projeto que transpire esportividade, então o melhor a fazer é deixar que a caixa faça sua curva de velocidade à vontade, confortavelmente. Com suavidade, a direção levará para onde você quiser. 






O acerto de suspensão feito para o Brasil, aliás, aplica bem a máxima de que os asfaltos nacionais exigem uma atenção bem especial. No trajeto feito até chegar em Campos do Jordão (SP), trechos em obras na estrada foram feitos sem afetar a tranquilidade do motorista ou dos ocupantes. Em especial no banco de trás, onde o entre-eixos de 2,81 oferece ótimo espaço para as pernas e uma curva estrategicamente posicionada na ligação do teto com a terceira coluna garante que nenhuma cabeça vá ficar batendo no forro. Este último toque de design inteligente mantém o visual esguio exterior do 508 e não sacrifica o conforto interior ou o espaço do porta-malas (de 473 litros).







É, então, uma pena que todo esse conjunto seja aplicado em um veículo sem qualquer emoção. Na busca pelo requinte, o desenho do 508 traz algumas curvas sofisticadas na dianteira e em detalhes da lanterna traseira - que, segundo a Peugeot, imitam garras -, mas não consegue sair do formato tradicional e atingir o arrojo dos concorrentes coreanos. Mesmo o display multimídia, por exemplo, traz cores em tom pastel e detalhes pouco evocativos. Os controles são feitos por seletores circulares que, embora façam o serviço, não incentivam a explorar mais do sistema. A Peugeot não fez muito esforço para sair do comum no projeto, por isso não consegue oferecer nenhuma inovação para o segmento.
Então eu estava lá, confortável após a justar o banco elétrico, a temperatura do meu lado do carro, o head up display na altura ideal, a música carregada via bluetooth do celular... Mas eu só conseguia prestar atenção no ótimo desempenho do motor 1.6: "mal vejo a hora de colocarem um pouco mais de emoção nisso". Por um preço menor, talvez eu até me emocionasse mais.

Citroën DS3 é o hot hatch que faltava


O fim da reta se aproxima. O velocímetro aponta 150 km/h, obtidos com a quarta marcha "cheia". Curva à esquerda. Reduzo para terceira, segunda, freio forte e aponto a frente do Citroën DS3 para cima da zebra, já fazendo a tangente para apontar na próxima reta. Com o controle de estabilidade desligado, o hatch desgarra um pouco de frente e segue escorregando controladamente até a zebra oposta. E tome reta de novo, terceira, quarta marcha... O motor 1.6 16V turbo tem pegada (os 24,5 kgfm de torque surgem logo a 1.400 rpm), mas é com giro alto que ele gosta de trabalhar.
Agora temos uma leve curva à esquerda e uma mais fechada à direita, que exige pé pesado no freio e novas reduções. O câmbio manual de seis marchas tem engates curtos, o que ajuda na pilotagem. Hora de convocar os 165 cv mais uma vez, e logo nos deparamos com um "S" em descida – um verdadeiro teste para qualquer suspensão. Mesmo a mudança brusca de direção, que faz a carroceria rolar de um lado para o outro, não desequilibra o esportivo. A traseira segue perfeitamente presa ao chão, enquanto a dianteira obedece caninamente as ordens da direção. 







À essa altura, eu já me dava por covencido: a relação custo-diversão do DS3 é imbatível. Ele tem o preço do Mini Cooper Salt e traz o motor do Cooper S. Precisa dizer mais? Tá bom: é bem mais charmoso que o Bravo T-Jet e deixa o Fiat comendo poeira, por alguns reais extras. Saudade do Civic Si? Oras, o francesinho anda mais e custa uns R$ 20 mil a menos. E olha que ele já vem com ar digital, entrada para iPod no sistema de som, ESP, airbags fontais e laterais, ABS, computador de bordo... O único opcional é o revestimento de couro, por mais R$ 2.900. Ou seja, um DS3 completo vai custar no máximo R$ 83 mil. É o hot hatch que faltava!
Foi divertida aquela sexta-feira com o DS3 na pista da Fazenda Capuava, em Indaiatuba (SP). Às vezes as marcas exageram ao fazer lançamentos de sedãs de família por lá, mas a Citroën não poderia ter sido mais feliz na escolha do local de apresentação do modelo. Afinal, o compacto fashion da marca não foi feito só para desfilar. Quem manja de carro sabe do apreço que os bons Citroëns costumam ter por curvas. Agora com motor desenvolvido em parceria com a BMW, as coisas ficaram ainda melhores. Para completar, o carrinho é cheio de estilo: carroceria duas portas, coluna central em forma de barbatana de tubarão, feixe de leds no para-choque dianteiro, teto e rodas aro 17 pintados de preto...





O interior segue à altura. Os bancos têm desenho esportivo, com ótimo apoio lateral, enquanto a direção elétrica é comandada por um belo volante de três raios. A cabine segue as linhas do novo C3 que estreia no Brasil no segundo semestre. A diferença crucial fica pelas opções de personalização, como máscaras coloridas para o painel e apliques para o pomo da alavanca de câmbio. Passando aos lugares de trás, nada de aperto. Fiquei justo com meu 1,78 m, mas sem bater a cabeça no teto ou o joelho no encosto da frente. Existe até uma prática alça para ajudar os passageiros a sair. A reclamar, apenas a falta de uma iluminação na parte dianteira da cabine – há apenas uma luz no centro do teto.
Saindo da pista, o DS3 é mais confortável do que se espera. Aquela suspensão firme que fez minha alegria nas curvas não chega a maltratar sua coluna como a de um Mini Cooper S ou um Civic Si. E a direção fica levinha em baixas velocidades. Apesar de baixo, o esportivo não raspa à toa em valetas. O lado "cansativo", quem diria, fica por conta do próprio powertrain. O câmbio exige trocas constantes (e o engate da segunda às vezes é um pouco duro), enquanto o motor pede certo giro para desenvolver. Nas curvas de esquina e saídas de lombadas em segunda marcha, abaixo de 2 mil rpm, o carro demora um pouco a embalar. O ideal é andar com 3 mil rpm para cima, quando entra a "puxada" do turbo.






É difícil andar devagar com o DS3, mas, se você fizer isso, será recompensado pelo baixo consumo: nossa média entre cidade e estrada ficou em 13 km/l de gasolina (ele não é flex). Sobre os testes de desempenho, bem.... A medição completa do novo Citroën está na revista Autoesporte de junho, que chega às bancas nesta semana. Nela, você encontrará uma reportagem especial do DS3 ao lado de Mini Cooper, Hyundai Veloster, Fiat 500 e Audi A1 – com direito a cinco gatas para ajudar na avaliação. Ah, posso adiantar que o DS3 fez bonito.

sábado, 9 de junho de 2012

Porsche Cayman 2013 é flagrado em Stuttgart

Depois do 911 e do Boxster, mais uma das obras da linha 2013 da Porsche começa a dar as caras. Na semana passada, o novo Cayman da montadora foi flagrado em vídeo quase sem disfarces circulando pelas ruas de um distrito em Stuttgart, na Alemanha.

O cupê deve trazer design e motorização semelhantes ao já revelado Boxster. De acordo com o site Autoblog, a versão 2013 do veículo deverá ter motor 2.7 que gera 268 cv de potência. A página informa, ainda, que na versão S, de alta performance, o carro apresentará motor 3.4 capaz de despejar até 319 cv.

A nova geração do Porsche Cayman tem previsão de chegada no mercado apenas em 2013. Primeiro, ele deve ser apresentado no Los Angeles Motor Show, em novembro deste ano.

 
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